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25/09/2008
24/09/2008
Novos desafios na educação e a contribuição da internet nessa formação
Novos desafios na educação
a Internet na educação presencial e virtual
José Manuel Moran
Com a chegada da Internet defrontamos-nos com novas possibilidades, desafios e incertezas no processo de ensino-aprendizagem. Como aprender com tecnologias que vão se tornando cada vez mais sofisticadas, mais desafiadoras? Ensinar é gerenciar a seleção e organização da informação para transformá-la em conhecimento e sabedoria, em um contexto rico de comunicação. Não podemos ver a Internet como solução mágica para modificar profundamente a relação pedagógica, mas ela pode facilitar como nunca antes, a pesquisa individual e grupal, o intercâmbio de professores com professores, de alunos com alunos, de professores com alunos. A Internet propicia a troca de experiências, de dúvidas, de materiais, as trocas pessoais, tanto de quem está perto como longe geograficamente. A Internet pode ajudar o professor a preparar melhor a sua aula, a ampliar as formas de lecionar, a modificar o processo de avaliação e de comunicação com o aluno e com os seus colegas.
fonte: http://www.eca.usp.br/prof/moran/novos.htm
a Internet na educação presencial e virtual
José Manuel Moran
Com a chegada da Internet defrontamos-nos com novas possibilidades, desafios e incertezas no processo de ensino-aprendizagem. Como aprender com tecnologias que vão se tornando cada vez mais sofisticadas, mais desafiadoras? Ensinar é gerenciar a seleção e organização da informação para transformá-la em conhecimento e sabedoria, em um contexto rico de comunicação. Não podemos ver a Internet como solução mágica para modificar profundamente a relação pedagógica, mas ela pode facilitar como nunca antes, a pesquisa individual e grupal, o intercâmbio de professores com professores, de alunos com alunos, de professores com alunos. A Internet propicia a troca de experiências, de dúvidas, de materiais, as trocas pessoais, tanto de quem está perto como longe geograficamente. A Internet pode ajudar o professor a preparar melhor a sua aula, a ampliar as formas de lecionar, a modificar o processo de avaliação e de comunicação com o aluno e com os seus colegas.
fonte: http://www.eca.usp.br/prof/moran/novos.htm
Impacto e Uso da Tecnologia na Educação Escolar
Janeiro de 2001
Um breve retrospecto do desenvolvimento da tecnologia da informação, permite distinguir pelo menos dois momentos importantes. Esses dois momentos se sobrepõem e ainda estão plenamente vigentes. Um deles é o que se inicia com o advento do computador e tem seu ponto mais alto no aparecimento do PC – personal computer – cujo aperfeiçoamento ainda está longe de ser concluído. O segundo começa com as primeiras redes de comunicação que utilizam computadores conectados a um servidor central e desenvolve-se até o ponto atual da www – world wide web – rede mundial de computadores.
Na primeira fase há um aumento espantoso na rapidez e exatidão com que a informação passa a ser processada, armazenada e editada. Mas o paradigma da produção do conhecimento permanece intocado e principalmente a possibilidade de negociação do significado do conhecimento ainda tem de fazer-se pelas formas tradicionais de interação das quais o telefone e o fax são as mais desenvolvidas.
O segundo momento trouxe uma mudança epistemológica significativa. É a partir da rede mundial de computadores que se dá uma transformação, ainda em seu início, na maneira como o conhecimento é produzido, organizado, compartilhado e disseminado. Essa transformação decorre dos recursos que se tornaram disponíveis quando o desenvolvimento da tecnologia da informação viabilizou a rede mundial de computadores. Entre eles destacam-se:(a) ir além do seu próprio arquivo ou banco de dados e conectar-se com outras formas ou lugares de armazenamento de dados e informações;(b) mandar e receber informações e interagir por via eletrônica;(c) cruzar, relacionar, comparar, verificar, desmembrar, separar, reunir, referenciar, indexar, analisar e testar a procedência da análise, extrapolar e simular a extrapolação, e outras operações intelectuais que se tornam mais rápidas e principalmente possíveis de serem validadas em tempo real;(d) apresentar para um grande número de interlocutores relevantes o resultado desse trabalho e receber comentários, avaliações, sugestões em tempo real. Esses dois momentos corresponderam a desafios diferentes dentro da escola. Primeiro foi o de introduzir o computador como uma ferramenta tecnologicamente mais avançada para fazer mais e melhor do mesmo: calcular, fazer tabelas, escrever, descrever, apresentar, representar. Para esse tipo de uso não era necessário repensar o currículo. Nesse mesmo período os primeiros softwares educativos já permitiam vislumbrar o potencial que a nova ferramenta tinha para orientar atividades que envolvem a construção de conhecimentos novos a partir de hipóteses ou de dados existentes. No entanto os softwares têm vida limitada, esgotam-se a partir de um tempo de uso, precisam de substituição e renovação e, principalmente, admitem nenhuma interação ou um pouco dela de modo simulado.
O potencial acenado nos softwares educativos multiplica-se quase ao infinito com o advento da rede mundial de computadores:(a) o percurso do estudante para construir conhecimento pode incluir todo tipo de conteúdo existente na rede desde que alguém oriente e demarque esse percurso;(b) a construção do conhecimento já não precisa limitar-se a seqüências lineares, ela pode ter uma configuração em rede;(c) a possibilidade de compartilhar significados com os colegas é potencializada e a interação com o professor presencial ou virtualmente é potencializada.
O uso inteligente de um instrumento dessa natureza requer mudanças no núcleo duro do processo de ensino aprendizagem – o currículo – que por sua vez vão acarretar mudanças na organização escola e da sala de aula.
Tradicionalmente organizado em disciplinas rígidas e seriado de modo hierárquico, o currículo que até hoje trabalhamos não é compatível a aprendizagem em rede que a rede mundial de computadores viabiliza. É preciso repensá-lo não apenas no plano da proposta ou projeto curricular como no plano do ensino e da aprendizagem, também chamado de currículo em ação:(a) as disciplinas serão forçadas a se expandir, fronteirizando-se com outras disciplinas do currículo ou com outros campos do conhecimento que até hoje não foram cogitados como objeto de ensino; o(b) os alunos deverão envolver-se mais em projetos de estudo, projetos de trabalho, projetos de execução ou de produção, cujos temas, objetos de trabalho, ou resultados requeiram o concurso de diferentes disciplinas;(c) os professores terão que orientar a busca e construção do conhecimento, a análise do disponível, o cotejamento dos pontos de vista e todos os atos sociais e cognitivos que contribuem para construir significados, valores e disposições de conduta.
Neste ponto introduz-se a freqüente pergunta: o professor está preparado para esse novo paradigma curricular? A resposta é: provavelmente não. Mas o importante são as razões do despreparo do professor não a sua constatação. Dependendo da explicação que se tenha para a defasagem entre professor e demandas educacionais da sociedade do conhecimento, a solução para superá-la será diferente.
O pressuposto deste trabalho é o de que o despreparo da escola e sobretudo do professor se dá em razão da falta de domínio dos objetos sociais do conhecimento que constituem o conteúdo do ensino e das formas de transposição didática desse conteúdo.
Ao destacar a debilidade da formação conteudística e didática do professor esta abordagem distingue-se daquelas que explicam a defasagem do ensino diante das novas tecnologias, pela ausência de conhecimento, familiaridade e domínio das próprias tecnologias. Para essas abordagens, a solução seria treinar o professor no uso das tecnologias.
Ao contrário, nossa abordagem aponta que a solução é ampliar e aprofundar os conhecimentos do professor tanto dos objetos de ensino como dos métodos. Trata-se assim de usar as novas tecnologias para formar o professor em contraste com outras iniciativas que se propõem formar o professor para o uso das novas tecnologias.
Explicando melhor esse pressuposto de trabalho que é básico: o despreparo do professor para enfrentar os desafios de ensinar e aprender num mundo congestionado de informações, onde o acesso ao conhecimento vai se tornando mais fácil, rápido e prazeroso, não decorre de sua pouca familiaridade com o computador. Decorre de sua fragilidade profissional, sua formação de base que foi aligeirada e de má qualidade, sua cultura geral que é restrita, sua falta de oportunidade para desenvolver a sensibilidade para problemas e tendências da vida contemporânea.
Dito pelo lado positivo, um professor que teve oportunidade de construir conhecimentos sólidos sobre sua área de especialidade e como ensiná-la, que possui uma cultura geral ampla e diversificada e uma auto-estima profissional pautada no sucesso, terá facilidade de atender às demandas educacionais de seus alunos ainda que estes estejam conectados permanentemente e que ele, professor, nunca tenha ligado um computador. E, mais ainda, esse professor aprenderá mais rápida e construtivamente a lidar com novas tecnologias.
Trata-se portanto de utilizar ao máximo as novas tecnologias da informação para melhorar a formação dos professores, criando oportunidades para que eles aprendam a aprender utilizando conhecimentos de sua área de especialidade: vivam a experiência de construir conhecimento e organizá-lo de modo inovador, expandindo as fronteira disciplinares; estabeleçam relações de aprendizagem colaborada; adquiram hábitos de acessar, processar, arquivar e organizar dados. E mobilizem esses saberes em situações práticas de ensino e aprendizagem nas suas respectivas áreas de conhecimento. Ao colocar as tecnologias da informação a serviço da melhoria da qualidade da formação do professor, essa abordagem metodológica está também preparando o professor para usar as novas tecnologias com seus alunos, em contextos nos quais essas tecnologias estejam disponíveis.
O que é, como criar, editar, hospedar e publicar um podcast
Um podcast é como um programa de rádio, com a diferença de que não é ao vivo, mas pode ser ouvido a hora que se quiser, pois ele é um arquivo de áudio que se baixa no computador e é rodado a qualquer hora (não confundir com os webcasts, cujo princípio é o mesmo, porém com arquivos multimídia, ainda não são muito populares).
Os arquivos de áudio podem ser usados para variar a linguagem de um blog, por exemplo, conferindo-lhe caráter multimídia, humanizando a comunicação web, já que se escuta a voz do interlocutor, indo-se além das simples letrinhas na tela do PC.
Como fazerE você sabe como montar o seu próprio podcast? Antes de qualquer outra coisa, você precisa de um software para gravar a sua narração, entrevista ou o que quiser colocar no seu podcast (nem é necessário dizer que será preciso também um microfone, certo?).
Você pode usar esses programas também para editar aquilo que você gravou: cortar os erros, adicionar efeitos sonoros, colar uma trilha sonora de fundo, um clipe de abertura, por exemplo. O próprio Gravador de Som do Windows (Iniciar, Programas, Acessórios) pode servir; ele só não será muito eficiente para editar.
Aqui no site da PC World você encontra dois utilitários que além de gravar, vão dar uma boa ajuda na edição do conteúdo:
> Audacity - Disponível para Windows, Linux e Mac OS, o aplicativo em código aberto prima pela simplicidade: a interface traz a representação gráfica dos dois canais gravados e permite as mesmas edições de copiar & colar presentes em tantos outros softwares.
> mpTrim 2.13 - este levíssimo aplicativo oferecido pela empresa homônima (incríveis 214 kb) explica tanta simplicidade na interface, que junta botões e caixas com texto para edição sonora. De tão simples, o mpTrim se torna restritivo. Mas funciona muito bem para edições pontuais e na hora de selecionar trechos de uma canção que você quer usar para abrir sua narração no podcast.
Dica: Faça um roteiro do seu podcast e o tenha em mãos para não se perder na hora de gravar. Cada software tem sua maneira de funcionar, mas em geral, os comandos para iniciar a gravação são bastante simples e intuitivos.
Uma das opções ao gravar, dependendo do software que estiver usando, pode ser a qualidade da gravação.
Lembre-se: é claro que um material com qualidade de 128k será melhor, mas você também deve pensar no tamanho do arquivo que vai gerar e na facilidade dos ouvintes em baixarem o podcast.
Depois de gravado e eventualmente editado, você deve salvar o arquivo – na maioria dos casos, o documento é criado no formato MP3, ou em outro formato como WMA e WAV.
O formato MP3, por ser mais compacto e quase todo mundo poder rodá-lo com mais facilidade, é o mais indicado. Procure dar um nome sugestivo ao arquivo, de maneira que ele seja identificável para a pessoa que for baixá-lo. Vai produzir uma série? Por que não nomear seus podcasts de modo a informar isso ao ouvinte?
Mais destaques da PC World:> Baixe e converta vídeos do Youtube facilmente> O que fazer ser o PC não consegue 'enxergar' toda memória RAM > Mantenha os alertas de sergurança do Vista sob controle
Da mesma forma, é interessante editar a TAG do MP3 criado. Clique com o botão direito sobre o documento e vá em Propriedades, Resumo, Avançado. Nesse campo digite informações que você julgar importantes sobre o podcast. Acredite: esse pequeno detalhe vai ajudará seu programa a ficar mais ‘achável’ por quem fizer uma busca com esses detalhamentos.
Fique conhecido ou seja encontradoOk. Seu podcast está editado e pronto para ser distribuído. Mas onde? Tornar seu trabalho público, ou seja, disponibilizá-lo na internet, é fundamental para que ele possa ser ouvido pelo maior número de pessoas.
Via de regra, os podcasts são conteúdos complementares, linkados em sites de notícias, blogs, páginas pessoais de sites de relacionamentos e redes sociais. Quando se tem algum veículo como esse, é mais fácil fazer com que o público dessas mídias consigam chegar até o podcast.
Além disso, esses sites servem como um suporte para comentários, discussões e repercussões sobre o próprio programa escutado. Ou seja, não se esqueça dos fundamentos do conceito 2.0 - colaboração e interatividade.
Muitos serviços de blogs oferecem até espaço de armazenamento e ferramentas para você fazer upload do arquivo em MP3. Assim, você disponibiliza o podcast em um link, como se fosse um post, e deixa que as pessoas comentem o que acharam.
Caso você não tenha um blog ou alguma outra página pessoal para divulgar seu podcast, pode hospedá-lo em sites de armazenamento comuns, como o RapidShare ou o FileFactory. Depois de fazer o upload, é só mandar o link ou publicá-lo em seu blog para quem quiser escutar seu programa.
Há também sites especializados em publicação de podcasts, onde você pode deixar o seu. Experimente, por exemplo, o www.ipodder.org, o www.podcast411.com, ou o www.feedzie.com.
DivulgaçãoDepois de pronto e hospedado, você pode adotar estratégias de divulgação de seu podcast. Um método bastante freqüente têm sido os feeds de RSS, principalmente quando se trata de blogs. Os assinantes do feed do seu blog são alertados sempre que há atualização - podcasts inclusive.
Para quem não sabe criar o vínculo de RSS manualmente, existe uma boa ferramenta, o FeedBurner. É só digitar o endereço do seu site na caixa de endereço e dar um nome a esse feed.
Alternativamente, existem serviços online de divulgação para podcasts, como o PodCastingNews, em inglês, e os brasileiros www.brasilpodcast.com.br, www.eupodo.com.br, em português.
Neles, você se cadastra e informa do que se trata o seu podcast. Esses serviços são eficientes, pois são freqüentados por diversos outros produtores e ouvintes desses programas
fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2008/04/09/o-que-e-como-criar-editar-hospedar-e-publicar-um-podcast/
Os arquivos de áudio podem ser usados para variar a linguagem de um blog, por exemplo, conferindo-lhe caráter multimídia, humanizando a comunicação web, já que se escuta a voz do interlocutor, indo-se além das simples letrinhas na tela do PC.
Como fazerE você sabe como montar o seu próprio podcast? Antes de qualquer outra coisa, você precisa de um software para gravar a sua narração, entrevista ou o que quiser colocar no seu podcast (nem é necessário dizer que será preciso também um microfone, certo?).
Você pode usar esses programas também para editar aquilo que você gravou: cortar os erros, adicionar efeitos sonoros, colar uma trilha sonora de fundo, um clipe de abertura, por exemplo. O próprio Gravador de Som do Windows (Iniciar, Programas, Acessórios) pode servir; ele só não será muito eficiente para editar.
Aqui no site da PC World você encontra dois utilitários que além de gravar, vão dar uma boa ajuda na edição do conteúdo:
> Audacity - Disponível para Windows, Linux e Mac OS, o aplicativo em código aberto prima pela simplicidade: a interface traz a representação gráfica dos dois canais gravados e permite as mesmas edições de copiar & colar presentes em tantos outros softwares.
> mpTrim 2.13 - este levíssimo aplicativo oferecido pela empresa homônima (incríveis 214 kb) explica tanta simplicidade na interface, que junta botões e caixas com texto para edição sonora. De tão simples, o mpTrim se torna restritivo. Mas funciona muito bem para edições pontuais e na hora de selecionar trechos de uma canção que você quer usar para abrir sua narração no podcast.
Dica: Faça um roteiro do seu podcast e o tenha em mãos para não se perder na hora de gravar. Cada software tem sua maneira de funcionar, mas em geral, os comandos para iniciar a gravação são bastante simples e intuitivos.
Uma das opções ao gravar, dependendo do software que estiver usando, pode ser a qualidade da gravação.
Lembre-se: é claro que um material com qualidade de 128k será melhor, mas você também deve pensar no tamanho do arquivo que vai gerar e na facilidade dos ouvintes em baixarem o podcast.
Depois de gravado e eventualmente editado, você deve salvar o arquivo – na maioria dos casos, o documento é criado no formato MP3, ou em outro formato como WMA e WAV.
O formato MP3, por ser mais compacto e quase todo mundo poder rodá-lo com mais facilidade, é o mais indicado. Procure dar um nome sugestivo ao arquivo, de maneira que ele seja identificável para a pessoa que for baixá-lo. Vai produzir uma série? Por que não nomear seus podcasts de modo a informar isso ao ouvinte?
Mais destaques da PC World:> Baixe e converta vídeos do Youtube facilmente> O que fazer ser o PC não consegue 'enxergar' toda memória RAM > Mantenha os alertas de sergurança do Vista sob controle
Da mesma forma, é interessante editar a TAG do MP3 criado. Clique com o botão direito sobre o documento e vá em Propriedades, Resumo, Avançado. Nesse campo digite informações que você julgar importantes sobre o podcast. Acredite: esse pequeno detalhe vai ajudará seu programa a ficar mais ‘achável’ por quem fizer uma busca com esses detalhamentos.
Fique conhecido ou seja encontradoOk. Seu podcast está editado e pronto para ser distribuído. Mas onde? Tornar seu trabalho público, ou seja, disponibilizá-lo na internet, é fundamental para que ele possa ser ouvido pelo maior número de pessoas.
Via de regra, os podcasts são conteúdos complementares, linkados em sites de notícias, blogs, páginas pessoais de sites de relacionamentos e redes sociais. Quando se tem algum veículo como esse, é mais fácil fazer com que o público dessas mídias consigam chegar até o podcast.
Além disso, esses sites servem como um suporte para comentários, discussões e repercussões sobre o próprio programa escutado. Ou seja, não se esqueça dos fundamentos do conceito 2.0 - colaboração e interatividade.
Muitos serviços de blogs oferecem até espaço de armazenamento e ferramentas para você fazer upload do arquivo em MP3. Assim, você disponibiliza o podcast em um link, como se fosse um post, e deixa que as pessoas comentem o que acharam.
Caso você não tenha um blog ou alguma outra página pessoal para divulgar seu podcast, pode hospedá-lo em sites de armazenamento comuns, como o RapidShare ou o FileFactory. Depois de fazer o upload, é só mandar o link ou publicá-lo em seu blog para quem quiser escutar seu programa.
Há também sites especializados em publicação de podcasts, onde você pode deixar o seu. Experimente, por exemplo, o www.ipodder.org, o www.podcast411.com, ou o www.feedzie.com.
DivulgaçãoDepois de pronto e hospedado, você pode adotar estratégias de divulgação de seu podcast. Um método bastante freqüente têm sido os feeds de RSS, principalmente quando se trata de blogs. Os assinantes do feed do seu blog são alertados sempre que há atualização - podcasts inclusive.
Para quem não sabe criar o vínculo de RSS manualmente, existe uma boa ferramenta, o FeedBurner. É só digitar o endereço do seu site na caixa de endereço e dar um nome a esse feed.
Alternativamente, existem serviços online de divulgação para podcasts, como o PodCastingNews, em inglês, e os brasileiros www.brasilpodcast.com.br, www.eupodo.com.br, em português.
Neles, você se cadastra e informa do que se trata o seu podcast. Esses serviços são eficientes, pois são freqüentados por diversos outros produtores e ouvintes desses programas
fonte: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2008/04/09/o-que-e-como-criar-editar-hospedar-e-publicar-um-podcast/
PodCaster - Daiara Caroline
Podcast disponivel para download links 4shared
versão 01:
http://www.4shared.com/file/64301068/573959e/Pod_Cast_-_Daiara_Caroline.html
versão 02:
http://www.4shared.com/file/64301140/385c1519/Pod_Cast_2_-_Daiara_Caroline.html
versão 01:
http://www.4shared.com/file/64301068/573959e/Pod_Cast_-_Daiara_Caroline.html
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